segunda-feira, 25 de maio de 2009

Arnaldo Barbosa



Arnaldo Barbosa foi um dos grandes caricaturistas da arte modernista brasileira. Nasceu na cidade de São Paulo, em 1902. Na adolescência, foi morar na Itália, e estudou no instituto de Belas Artes de Moderna.
De volta ao Brasil, participou do Clube dos Artistas Modernos, fundou a Sociedade Pró-Arte Moderna(SPAM),em 1932, e integrou a Família Artística Paulista(FAP), em 1937.Durante a carreira, pintou paisagens e naturezas mortas.
Fazendo caricatura, colaborou em jornais e revistas cariocas, em especial, na revista Para Todos.
Morreu no ano de 1981, também na cidade de São Paulo.
Texto Feito por Bruno n06 e Ian n16

domingo, 24 de maio de 2009

Tarsila do Amaral



Tarsila do Amaral


Foi a pintora mais representativa da primeira fase do movimento modernista brasileiro, ao lado de Anita Malfatti. Seu quadro Abaporu, de 1928, inaugura o movimento antropofágico nas artes plásticas.
Aprendeu a pintar em 1917, com Pedro Alexandrino. Depois, estudou com George Fischer Elpons. Em 1920, viajou à Paris e freqüentou a Academia Julian, onde aprendeu com Émile Renard. Na França, conheceu Fernand Léger e tambem participou do Salão Oficial dos Artistas Franceses de 1922, onde aprendeu atecnica pelo cubismo. De volta ao Brasil, em 1922, junta-se a Anita Malfatti, Menotti del Picchia, Mário de Andrade e Oswald de Andrade, formando o chamado Grupo dos Cinco, que defende as idéias da Semana de Arte Moderna e toma a frente do movimento modernista no país.
Casa-se com Oswald de Andrade em 1926 e, no mesmo ano, realiza sua primeira exposição individual, na Galeria Percier, em Paris. A partir de então, suas obras adquirem fortes características primitivistas e nativistas e passam a ser associadas aos Movimentos Pau-Brasil e Antropofágico, idealizados pelo marido. É dessa época sua tela Abaporu , cujo nome de origem indígena que significa "antropófago". A teoria antropofágica propunha que os artistas brasileiros conhecessem os movimentos estéticos modernos europeus, mas criassem com uma feição brasileira.
Em 1931, após viagem à União Soviética, passa por uma fase de temática mais social, da qual são exemplos as telas Operários e Segunda Classe. Expõe nas 1ª e 2ª Bienais de São Paulo e ganha uma retrospectiva no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) em 1960. É tema de sala especial na Bienal de São Paulo de 1963 e, no ano seguinte, apresenta-se na 32ª Bienal de Veneza.
Apesar de integrar-se ao movimento modernista brasileiro, não participou da semana de 22 porque não se encontrava no Brasil.
Victor n 34 Guilherme n 14

sábado, 7 de março de 2009

Vídeos:








fontes:
http://www.youtube.com/watch?v=XSLmY8fr73w&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=HkXqvDEJOPc&feature=related
A história é a seguinte: o folguedo é um auto popular, ou seja, uma espécie de peça teatral feita por amadores e gira em torno de basicamente três personagens principais; Mateus, Bastião e o Mestre Ambrósio. Mateus e Bastião são dos negros que dividem a mesma mulher (Catirina), são os primeiros a entrarem na dança. Os dois fazem mugangas (caretas) e palhaçadas, são os únicos que permanecem na roda durante toda a apresentação, marcam o ritmo da dança batendo o tempo todo nas pernas com uma bexiga confeccionada com testículo de boi.

Os dois estão à procura de emprego e são contratados para comandar a festa, ou seja, uma espécie de Bobo da corte. São contratados pelo capitão Marinho que chega em seu cavalo (daí a derivação do nome Cavalo Marinho).


No desenrolar da festa aparece o personagem Ambrósio, que tem como função vender os demais personagens do reisado, Ambrósio é uma espécie de mercador de figuras.


Dentre quase os oitenta personagens alguns se destacam mais, como por exemplo, o Capitão (chefe político e/ou dono da terra), o Soldado (subalterno do Capitão e instaurador da ordem publica), os Galantes e as Damas (espécie de nobres), o Caboclo de Arubá (entidade religiosa) e o Boi (que ao final da brincadeira é dividido por todos os outros personagens).

Como o capitão é o poder vigente, ele próprio é quem comanda a dança e para isso tem o auxilio de um apito que dependendo do timbre determina o início e o término da apresentação. Durante a execução do reisado, cada integrante representa mais ou menos de três a quatro personagens (exceto os principais) que interagem com o público presente a todo tempo.

O “Banco” no Cavalo Marinho nada mais é que a banda. Os músicos e sua orquestra são chamados assim pelo fato de tocarem sentados em um banco de madeira.



fontes:



Introduzido no Brasil no ano de 1999 por Edielson José, o Cava Marinho teve origem portuguesa e fincou suas raízes nos costumes do povo da Zona Norte de Pernambuco.
fonte:
Olá somos o Grupo Cavalo Marinho.
Membros: Kei, Guilherme, Felipe, Ian, Bruno, Victor. 6ª série G.

O Cavalo Marinho é um folguedo folclórico brasileiro típico da Zona da Mata Setentrional de Pernambuco e agreste da Paraíba. Consiste em uma variação do bumba-meu-boi e faz parte do ciclo de festejos natalinos, prestando uma homenagem aos Reis Magos.

O folguedo é um ato que reúne teatro, música e dança e poesia (loas). É encenado durante uma noite inteira. O "banco" é o grupo de músicos que toca sentado, executando instrumentos como a rabeca, o pandeiro o reco-reco e o ganzá. A encenação é executada em uma roda, tradicionalmente composta por homens. Atualmente as mulheres também participam da brincadeira.

O Cavalo Marinho tem como principal característica o ritmo vibrante e alegre, o perfil de seus personagens também seguem a mesma linha.

fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cavalo_Marinho_(folguedo)

http://pernambucobeat.com/2008/12/20/o-que-e-cavalo-marinho%E2%80%8F/