terça-feira, 26 de maio de 2009

Paulina D'Ambrósio

Paulina D'Ambrosio nasceu em São Paulo em 1890. Mostrou logo cedo talento ao violino. Aos 15 anos, foi estudar no Conservatório Real de Bruxelas, na Bélgica, centro internacional do instrumento e difusor da escola franco-belga.Voltou ao Brasil em 1907, e se dedicou ao ensino, ingressando na Escola Nacional de Música, onde deu aula por 42 anos. Teve em segundo plano, carreira como intérprete, participando da Semana de Arte Moderna, em que interpretou entre outros autores Villa-Lobos que a considerava sua violinista predileta e a quem carinhosamente chamava de "generala de meu exército". Ela ensinou várias gerações de bons violinistas. Teve como alunos: Bosisio, Santino Parpinelli, José Martins de Mattos, Natan Schwartzman, Henrique Morelembaum e Ernani Aguiar. Paulina D'Ambrosio morreu em 1976.

Publicado por Felipe Ruiz Lebrão 6G numero 10

Manifesto

Vamos falar de um problema: O aquecimento global. Todos devem se concientizar sobre ele.
As geleiras estão derrentendo.
As cidades costeiras afundando.
E o mundo acabando.
Para resolvermos esse problema devemos ter os seguintes cuidados:
-Evitar usar o automóvel.
-Usar os meios de transporte público.
-Andar de bicicleta.
- E devemos andar a pé
Esses atos evitam o efeito estufa, principal consequencia da acumulção de gases na atmosfera.
Na verdade devemos simplismente respeitar nosso ambiente e os outros seres que o compartilham.

VIVA
O
PLANETA!!!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Arnaldo Barbosa



Arnaldo Barbosa foi um dos grandes caricaturistas da arte modernista brasileira. Nasceu na cidade de São Paulo, em 1902. Na adolescência, foi morar na Itália, e estudou no instituto de Belas Artes de Moderna.
De volta ao Brasil, participou do Clube dos Artistas Modernos, fundou a Sociedade Pró-Arte Moderna(SPAM),em 1932, e integrou a Família Artística Paulista(FAP), em 1937.Durante a carreira, pintou paisagens e naturezas mortas.
Fazendo caricatura, colaborou em jornais e revistas cariocas, em especial, na revista Para Todos.
Morreu no ano de 1981, também na cidade de São Paulo.
Texto Feito por Bruno n06 e Ian n16

domingo, 24 de maio de 2009

Tarsila do Amaral



Tarsila do Amaral


Foi a pintora mais representativa da primeira fase do movimento modernista brasileiro, ao lado de Anita Malfatti. Seu quadro Abaporu, de 1928, inaugura o movimento antropofágico nas artes plásticas.
Aprendeu a pintar em 1917, com Pedro Alexandrino. Depois, estudou com George Fischer Elpons. Em 1920, viajou à Paris e freqüentou a Academia Julian, onde aprendeu com Émile Renard. Na França, conheceu Fernand Léger e tambem participou do Salão Oficial dos Artistas Franceses de 1922, onde aprendeu atecnica pelo cubismo. De volta ao Brasil, em 1922, junta-se a Anita Malfatti, Menotti del Picchia, Mário de Andrade e Oswald de Andrade, formando o chamado Grupo dos Cinco, que defende as idéias da Semana de Arte Moderna e toma a frente do movimento modernista no país.
Casa-se com Oswald de Andrade em 1926 e, no mesmo ano, realiza sua primeira exposição individual, na Galeria Percier, em Paris. A partir de então, suas obras adquirem fortes características primitivistas e nativistas e passam a ser associadas aos Movimentos Pau-Brasil e Antropofágico, idealizados pelo marido. É dessa época sua tela Abaporu , cujo nome de origem indígena que significa "antropófago". A teoria antropofágica propunha que os artistas brasileiros conhecessem os movimentos estéticos modernos europeus, mas criassem com uma feição brasileira.
Em 1931, após viagem à União Soviética, passa por uma fase de temática mais social, da qual são exemplos as telas Operários e Segunda Classe. Expõe nas 1ª e 2ª Bienais de São Paulo e ganha uma retrospectiva no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) em 1960. É tema de sala especial na Bienal de São Paulo de 1963 e, no ano seguinte, apresenta-se na 32ª Bienal de Veneza.
Apesar de integrar-se ao movimento modernista brasileiro, não participou da semana de 22 porque não se encontrava no Brasil.
Victor n 34 Guilherme n 14

sábado, 7 de março de 2009

Vídeos:








fontes:
http://www.youtube.com/watch?v=XSLmY8fr73w&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=HkXqvDEJOPc&feature=related
A história é a seguinte: o folguedo é um auto popular, ou seja, uma espécie de peça teatral feita por amadores e gira em torno de basicamente três personagens principais; Mateus, Bastião e o Mestre Ambrósio. Mateus e Bastião são dos negros que dividem a mesma mulher (Catirina), são os primeiros a entrarem na dança. Os dois fazem mugangas (caretas) e palhaçadas, são os únicos que permanecem na roda durante toda a apresentação, marcam o ritmo da dança batendo o tempo todo nas pernas com uma bexiga confeccionada com testículo de boi.

Os dois estão à procura de emprego e são contratados para comandar a festa, ou seja, uma espécie de Bobo da corte. São contratados pelo capitão Marinho que chega em seu cavalo (daí a derivação do nome Cavalo Marinho).


No desenrolar da festa aparece o personagem Ambrósio, que tem como função vender os demais personagens do reisado, Ambrósio é uma espécie de mercador de figuras.


Dentre quase os oitenta personagens alguns se destacam mais, como por exemplo, o Capitão (chefe político e/ou dono da terra), o Soldado (subalterno do Capitão e instaurador da ordem publica), os Galantes e as Damas (espécie de nobres), o Caboclo de Arubá (entidade religiosa) e o Boi (que ao final da brincadeira é dividido por todos os outros personagens).

Como o capitão é o poder vigente, ele próprio é quem comanda a dança e para isso tem o auxilio de um apito que dependendo do timbre determina o início e o término da apresentação. Durante a execução do reisado, cada integrante representa mais ou menos de três a quatro personagens (exceto os principais) que interagem com o público presente a todo tempo.

O “Banco” no Cavalo Marinho nada mais é que a banda. Os músicos e sua orquestra são chamados assim pelo fato de tocarem sentados em um banco de madeira.



fontes:



Introduzido no Brasil no ano de 1999 por Edielson José, o Cava Marinho teve origem portuguesa e fincou suas raízes nos costumes do povo da Zona Norte de Pernambuco.
fonte: